Por Olivio Guedes | 

Doutor em História da Arte pela USP, Diretor de Cultura e Arte do Clube Hebraica, Diretor Cultural do Museu Céu Aberto, Sócio da Slaviero e Guedes Galeria de Arte, Conselheiro da Universidade de Haifa, Conselheiro Consultivo do ProCoa (Projeto Circuito Outubro aberto), Conselheiro do Instituto Zero a Seis, Conselheiro do MuBE (Museu Brasileiro da Escultura), Coordenador de Cultura e Arte do IVEPESP (Instituto para a Valorização da Educação e Pesquisa no Estado de São Paulo), Diretor Cultural Adjunto da ACESC. Tem experiência na área de Arte, com ênfase em História da Arte, atuando principalmente nos seguintes temas: arte, complexidade e transdisciplinaridade.

 
 
O corpo realiza trabalho, constituído de matéria,
o sistema físico realiza, pois detém e expande energia;
este poder permite atuação de potencialidade criadora.
Este movimento, o ato de efeito onde a mudança,
ocupar o lugar de posição,
recria a deslocação que quebra a cabeça
e resulta em grande quantidade de derivação.

Taly Cohen transforma a matéria,

matéria de mater = mãe.

Sua vida é vivida na grande Mãe: Gaia.

Seu mundo feminino em alternada relação busca

seu centro de equilíbrio, que é a oscilação,

o balanço, produzido por seus desenhos onde

seus fluidos atmosféricos permanecem em

respeito ao mundo feminino, que caracteriza 

acordes de ocorrências otimistas em agitação

de ciclos frementes de palpitação.

Suas cores pulsam e trepidam na figura de manifestação intensa,

sua emoção dá cria para o observador:

um estado de exaltação do espirito para receber

por inspiração a extensão do sentido.

Este fervor, com intensa e arrebatadora sensibilidade,

excita o exaltar na conspiração misteriosa

que impele a agir com profunda e completa plenitude.

A orientação de sua forma,

consistente na afirmação de escolha de um mundo próprio,

onde seu otimismo permite os diversos mundos imagináveis e,

inimagináveis aderirem à conciliação.